segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

“Antes um único amigo verdadeiro do que mil amigos falsos”

Eu faria de tudo pelos meus melhores amigos. Tudo mesmo, porque no final do dia ou quando eu não estou bem são eles que me aguentam reclamar do quão inútil eu me sinto. Não me refiro à um monte de amigos, mas sim daqueles 6 que estão comigo para o que der e vier há anos. Me refiro principalmente aos 3 que dariam a vida por mim, que eu daria a minha vida.

J brigou com o namorado mais uma vez alguns dias atrás e eles se separaram. Aparentemente o menino teria traído ele, o que me deixou mais putíssimo da vida. Odeio. Traição. Isso eu não perdoo. Eu quis socar tanto a cara do menino, que extravasei tudo no Twitter quando eles voltaram - ele não traiu, segundo J. Pode talvez não ter sido a melhor decisão da minha vida, mas o menino revidou e a gente discutiu ali mesmo.

Foi a primeira vez que eu senti que perderia meu melhor amigo. Não quero nem me lembrar, uma das piores sensações do mundo pra mim. De todos os meus amigos, o J é o mais importante. Ele me ajudou quando ninguém mais pode, ele brigou com garotos que me fizeram mal, ele me apoiou em decisões que eram claramente terríveis e ele é meu refúgio. É possível que o refúgio de alguém seja uma pessoa e não um lugar? É. Com toda a certeza.

Foi com ele que eu tomei meu primeiro porre, num shopping. Não me arrependo, são lembranças felizes. Essa é a única amizade que eu não abriria mão, por nada, por ninguém. Não importa se eu tenho um namorado, não importa se meus pais me trataram bem o dia todo, não importa se eu cometi o maior erro da minha vida, não importa nada; ele vai me aceitar do jeito que eu sou.

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